20 de abril de 2011

Nova espuma remove radiação da água

Publicado em 20/04/2011

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Cientistas americanos anunciaram hoje a criação de um novo material capaz de remover metais pesados e radiação da água potável.
Feito de uma espécie de celulose chamada hemicelulose e da casca de crustáceos em pó, ele foi desenvolvido por pesquisadores da North Carolina State University.
A espuma, que ainda está em fase de testes, foi criada pela equipe do Dr. Joel Pawlak e é recoberta com fibras de madeira. Ela funciona como uma esponja comum que, imersa na água, absorve elementos como o iodo radioativo.
O iodo radioativo em água potável é muito perigoso para a saúde. Nosso corpo não consegue distingui-lo do iodo não radioativo e, por isso, ele acaba sendo armazenado na tireóide, onde pode levar ao desenvolvimento de um câncer.
Para evitar esse risco, a espuma se liga ao iodo da água e o prende, evitando que seja ingerido ou cause danos ao ambiente.
Além disso, o material consegue remover também sal da água do mar para torá-la potável, o que ajudaria muito em situações de emergência.

Projeto de lei obrigará eletrônicos a ter software em português
Escrito pela Deputada Gorete Pereira (PR-CE), proposta quer impedir situações em que comandos em idioma estrangeiro causem "desconforto ao usuário".
Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados prevê que os softwares dos produtos importados vendidos no Brasil sejam traduzidos para o português. Em defesa do projeto de lei 7997/10, sua autora, a deputada Gorete Pereira (PR-CE) afirma que os eletrônicos importados vendidos no Brasil sem interface em português obrigam os consumidores a conviver com "interfaces nas mais diversas línguas".
Por conta disso, "muitos consumidores recorrem a adaptações por vezes muito onerosas ou mesmo ineficazes", afirma a deputada, na justificativa.
A deputada lembra que os equipamentos de GPS estão entre os casos mais graves, já que trazem comandos e vozes em idioma estrangeiro que causam "muito desconforto ao usuário. Além disso, muitas vezes as concessionárias de veículos se sentem "desobrigadas de implantar a interface em português em razão da ausência de um dispositivo legal específico", lembra.
Segundo a Agência Câmara a proposta - que altera o Código de Defesa do Consumidor - tramita em conjunto com o Projeto de Lei 182/95 e está pronta para ser votada pelo Plenário.
 

Atrasar iPhone 5 afeta Apple e favorece Android

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A ilustração, do site francês Nowhere Else, mostra como poderá ser o iPhone 5

A história é conhecida. Alguém compra um smartphone, tablet ou notebook. Um mês depois, descobre que seu aparelho ficou ultrapassado porque surgiu um modelo muito melhor e mais potente pelo mesmo preço.
Isso acontece o tempo todo, e tende a provocar sentimentos negativos no consumidor, que se sente traído pelo fabricante. Mesmo assim, para a indústria de eletrônicos, apresentar novas gerações de produtos a intervalos curtos é crucial para ter sucesso.
Uma história que ilustra muito bem isso é a do iPhone 5, nova geração do smartphone da Apple, prevista para o segundo semestre. A Apple usualmente anuncia uma nova geração do iPhone todos os anos, geralmente no segundo trimestre. No entanto, em março, circularam notícias de que a empresa atrasaria o lançamento do iPhone 5. Imediatamente, os analistas de Wall Street começaram a reajustar para baixo as projeções de resultados da Apple.
O banco de investimento Jefferies, por exemplo, estimou, num relatório divulgado no fim de março, que o atraso deve levar a Apple a vender 15% menos smartphones no período de junho a setembro. Isso fará o número total de smartphones comercializados neste ano fiscal, que termina em setembro, cair 4%. Já a estimativa para o preço das ações da Apple em setembro foi reduzida em 5% pelo banco.
 

iPhone 5 só em 2012?

Os analistas do Jefferies estão considerando, é claro, que muitas pessoas que poderiam comprar um iPhone nos próximos meses vão escolher outro smartphone se tiverem a percepção de que o aparelho da Apple está ficando ultrapassado. Pode-se extrapolar esse raciocínio perguntando o que aconteceria se o lançamento do iPhone 5 ficasse para 2012 – algo que não deve acontecer.
Nessa situação imaginária, a Apple não teria um produto atualizado para oferecer durante o período mais forte de vendas, o fim do ano. Alguns consumidores, mais fiéis à marca, esperariam pacientemente pelo iPhone 5. Alguns comprariam o iPhone 4 mesmo defasado. Mas muitos simplesmente escolheriam um smartphone de outro fabricante. E o resultado é que a Apple perderia participação no mercado.
Se a Apple resolvesse baixar o preço para estimular as vendas, o iPhone deixaria de ser um produto premium para competir numa faixa mais baixa do mercado. E a empresa da maçã estaria abrindo mão de sua margem de lucro, com óbvias consequências para seus resultados financeiros. Considerando tudo isso, o mercado tem como certo que o iPhone 5 começa a ser vendido, no máximo, até outubro.
 

A concorrência aperta

O iPhone ainda é o smartphone mais desejado pelo consumidor. É o padrão pelo qual os demais aparelhos são avaliados e continua sendo o campeão em facilidade de uso. Mesmo assim, não há dúvida de que os celulares baseados no Android já o deixaram para trás em alguns aspectos.
Os modelos mais avançados com o sistema do Google possuem processador mais potente; câmera de maior resolução, capaz de filmar em full HD; acesso a redes celulares de quarta geração, que permitem navegar mais velozmente na internet; e até transceptor NFC, com o qual vai ser possível fazer pagamentos apenas aproximando o aparelho do terminal de caixa. O iPhone 4 não tem nada disso. E, se a Apple demorar para substituí-lo por um modelo mais atual, essa lista só tende a crescer.
Alguns desses avanços tecnológicos, como a câmera que produz fotos e vídeos de melhor qualidade, trazem benefícios imediatos, enquanto outros podem não ter utilidade no momento.
O uso do NFC, por exemplo, ainda depende de as empresas de meios de pagamento implantarem uma rede de terminais compatíveis nos estabelecimentos comerciais. É algo que não deve acontecer – ao menos não em larga escala – neste ano. Mas, para o consumidor, não ter esse recurso no smartphone pode trazer o temor de que o aparelho fique obsoleto quando os terminais vierem. Assim, muitos vão achar que é melhor garantir-se comprando um modelo com NFC.
 

Terremoto joponês

A razão mais óbvia por que a Apple pode estar retardando o lançamento do iPhone 5 é o terremoto no Japão, que afetou alguns dos seus fornecedores de componentes.
Sabe-se que, após o terremoto, a Apple imediatamente enviou seus executivos de suprimentos à Ásia para avaliar a situação e contornar eventuais problemas. Eles teriam fechado novos acordos com empresas de Taiwan e de outros países para garantir o suprimento de peças.
Existe, também, a possibilidade de a Apple estar alterando a data de chegada do novo iPhone não por necessidade, mas por uma decisão estratégica. Nesse caso, o adiamento seria bom para a empresa. O objetivo seria aproveitar o impacto do lançamento para impulsionar as vendas de fim de ano.
Há uma parcela dos consumidores que pode preferir um smartphone com Android recém-lançado em vez de um iPhone que já está no mercado há quase seis meses. Assim, soltar o novo modelo em setembro ou outubro, em vez de junho, seria uma maneira de garantir que ele chegue fresco à temporada de vendas de dezembro, a mais importante do ano.

Pagamento no celular

O adiamento também daria, à Apple, mais tempo para incorporar, ao iPhone, tecnologias que só agora estão se tornando funcionais. É o caso do acesso às redes celulares de quarta geração e dos pagamentos via NFC. Essas duas tecnologias interessam muito à Apple.
O NFC permitiria, à empresa, empregar a estrutura de recebimento que ela criou para a loja iTunes para intermediar pagamentos a outras companhias. Já o 4G pode viabilizar novos serviços de computação em nuvem. A empresa pode passar a oferecer filmes por streaming, por exemplo.
O caso do iPhone 5 mostra que, embora o consumidor se irrite quando seu aparelho eletrônico fica obsoleto rapidamente, ele é também agente desse processo, já que tende a rejeitar modelos que não incorporam as últimas novidades. Isso é especialmente válido na faixa premium do mercado, onde ficam os produtos da Apple.
Naturalmente, se a pessoa se dispõe a pagar um preço acima da média por um produto onde a tecnologia é o principal atrativo, ela vai esperar encontrar os recursos tecnológicos mais avançados nele.
 

Irã acusa Siemens pelo vírus Stuxnet

Um comandante militar iraniano acusou o conglomerado alemão Siemens de ajudar os Estados Unidos e Israel a lançar um ciberataque contra suas instalações nucleares, publicou o diário iraniano Kayhan.
Gholamreza Jalali, diretor da defesa civil iraniana, disse que o vírus Stuxnet, que tomou por alvo o programa nuclear iraniano, é obra dos dois maiores inimigos do país, e que a companhia alemã deve arcar com parte da culpa.
"As investigações mostram que a fonte do vírus Stuxnet está nos Estados Unidos e no regime sionista", teria dito Jalali.
Jalali disse que o Irã considera a Siemens responsável pelos sistemas de controle usados para operar maquinaria industrial sofisticada -- conhecidos como Supervisory Control and Data Acquisition (SCADA) -- que teriam sido atingidos pelo vírus.
"Nossas autoridades executivas devem acompanhar legalmente o caso do software SCADA Siemens, que preparou o caminho para o ciberataque contra nós", disse. Alguns especialistas estrangeiros descreveram o Stuxnet como um "cibermíssil guiado", dirigido ao programa atômico do Irã.
Ao contrário de outras autoridades iranianas que minimizaram o impacto do Stuxnet, Jalali disse que o worm poderia ter representado um grande risco caso não tivesse sido descoberto e contido antes de causar danos graves.
"Foi um ato hostil contra nós que poderia ter causado grandes danos humanos e materiais caso não tivesse sido detectado de imediato", disse.
O Irã deu poucos detalhes sobre o impacto do vírus. O país informou em setembro que os computadores dos funcionários da estação nuclear de Bushehr -- a primeira usina nuclear iraniana, construída pela Rússia -- continuavam inativos e que diversos prazos iniciais de operação haviam passado sem atividade, o que alimentou especulações de que o sistema tenha sido atingido pelo Stuxnet, algo que o Irã nega.
O embaixador da Rússia na Organização para o Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse em janeiro que o vírus havia atingido o sistema de computadores em Bushehr, o que acarretava o risco de um desastre nuclear de escala semelhante ao de Chernobyl, na Ucrânia, então parte da União Soviética, em 1986.
 

Caça talentos entra nas redes sociais

Quando o mundo passou pela revolução da internet, a rede logo tornou-se meio preferencial não só para coleta de informações e pesquisas, mas também para busca da sonhada vaga de emprego. Por meio dela, os profissionais e aspirantes passaram a pesquisar empresas, encontrar novos contatos e garimpar formas cada vez mais personalizadas de abordar possíveis empregadores.
Logo vieram a web 2.0 e as redes sociais. Com elas, uma maneira ainda mais fácil de fazer relacionamento, descobrir vagas e conquistar contatos mais profundos nas empresas. As companhias e agências já começam a encarar as redes sociais como poderosas ferramentas de recrutamento e seleção de profissionais.

No entanto, antes de desenhar a própria estratégia para o uso dessas redes, é necessário separar o joio do trigo. As redes sociais dividem-se por tipo e enfoques. Mas a atitude e o comportamento de cada indivíduo [buscando manter uma boa imagem online perante os empregadores] devem permear todos os meios.
De acordo com o consultor sênior da divisão de TI da Michael Page, Eric Toyoda, no meio profissional a LinkedIn realmente é a mais importante, pela quantidade de profissionais que agrega com meta de networking e suas ferramentas específicas, e deve ser privilegiada no processo de cuidado com a imagem online.
“É importante lembrar que currículo e outras etapas no processo de contratação não vão deixar de existir, sendo que as redes sociais são um complemento”, afirma Toyoda. Por essa razão, é necessário manter coerência entre currículo, informações nas diversas redes e entrevista para que as redes sociais não prejudiquem em vez de ajudar. E no LinkedIn, em que há descrição de atividades e cargos, isso ganha especial importância.
Para a especialista em recrutamento da divisão de TI na Robert Half, Maria Paula Menezes, a confusão entre redes sociais de diversas finalidades é um grande erro do profissional, ainda que todas ajudem a formar a imagem on-line do profissional. “Além de saber onde executar cada atividade, o ponto fundamental é não mentir. É importante reverter o perfil a favor, com realizações e objetivos atingidos, mas sempre com a verdade, até para manter a coerência nas diversas redes”, avalia.
No quesito busca de informações, as redes também oferecem grande ajuda, mas, de novo, cabe tomar cuidado. “Na maioria das vezes, elas não estão atualizadas. Por isso, as empresas ainda encaram o currículo como ferramenta principal.” Do lado do usuário, no entanto, a manutenção de perfis atualizados pode ajudar potenciais funcionários que apostam nas ferramentas para agilizar recrutamentos.
Além de realizar um planejamento e de incluir as redes sociais como estratégia para melhorar a posição na carreira, é recomendável respeitar as regras de ouro de manutenção da imagem online, como evitar abordar temas polêmicos e se envolver em discussões que possam afetar a imagem do profissional ou bater de frente com valores de empresas. Confira no quadro um resumo baseado nos especialistas ouvidos pela Computerworld.
 

Dicas para garantir uma boa imagem nas redes sociais

 

Linkedin

Única das grandes redes sociais voltada para uso profissional. É uma ferramenta muito valorizada por recrutadores, além de permitir ao usuário manter o networking virtual em dia.
Como usar: deve ser atualizada com todas as informações profissionais possíveis, realizações relevantes e resultados alcançados, dando uma dimensão exata da experiência do candidato a emprego. Pode ser usada também como uma forma de pesquisar contatos, além de demonstrar que possui uma rede de pessoas ampla e abrangente, coerente com o próprio perfil profissional.
Visão corporativa: as empresas que pesquisam redes sociais profundamente costumam avaliar em quais discussões o profissional se envolve e a qualidade da sua participação, de preferência em temas relevantes à vaga para a qual ele está sendo avaliado. Por isso, é importante manter uma atividade constante na rede, discutindo aspectos importantes do mercado em que atua.
Cuidados: muitos profissionais acham importante obter recomendações pessoais em um campo do LinkedIn destinado a isso, mas os recrutadores não dão tanta importância a ele, por saber que em geral ele está viciado, recheado de opiniões de pessoas que, na verdade, desenvolveram relações de amizade com o candidato nas empresas nas quais atuaram juntos.
Um aspecto fundamental do LinkedIn é manter toda a descrição do profissional no site coerente com o currículo que envia para as companhias. Se houver divergências ou inconsistências, principalmente com nomes de cargos e atividades descritas, o perfil pode gerar eliminações em vez de ajudar na colocação profissional. Por fim, nas discussões sobre passagens por outras empresas, é necessário tomar o maior cuidado para não revelar informações sensíveis ou confidenciais de outras companhias. Vai gerar falta de confiança.

Twitter


Misto de rede profissional e pessoal. Permite ao profissional compartilhar dicas do seu dia a dia e de conteúdos que julga interessante, além de informar sobre sua presença online com links para suas atividades. Serve também para contatos rápidos, inclusive para eventuais oportunidades de emprego.
Como usar: apesar de menos importante que o LinkedIn, o profissional que julgar a ferramenta como essencial para suas pretensões pode apostar em um cliente para Twitter, no qual poderá cadastrar pesquisas, fazer listas com os geradores de conteúdo mais interessantes e com perfis que divulgam oportunidades, buscando o máximo aproveitamento de seu potencial.
Visão corporativa: a empresa só levará em conta o Twitter do profissional em seu processo de seleção se isso fizer parte da sua estratégia de recrutamento. Caso isso ocorra, levará em conta o número de seguidores, a rede que o profissional conseguiu criar, a qualidade e a relevância do conteúdo postado e a clareza com a qual as ideias são expostas.
Cuidados: o Twitter é um meio muito rápido para expressar e exibir opiniões.
E é por isso que ele é responsável por algumas das maiores gafes de empresas e profissionais, não sendo raros os casos de demissões que ocorreram por conta de frases totalmente inadequadas escritas “no calor do momento”. A recomendação mais importante é planejar um post no Twitter como se fosse um e-mail a ser enviado, com revisão e refletindo mais de uma vez sobre seu conteúdo, principalmente quando o assunto em questão é polêmico ou controverso.
 

Facebook


Por ser a mais pessoal das três principais redes sociais do momento, é o lugar certo para o usuário mostrar outras faces da sua personalidade, como hobbies, gostos musicais, além de publicar atualizações de cultura geral, participar de movimentos sociais não relacionados à atividade profissional e retomar contatos de todos os tipos.
Como usar: não há muitas regras para a rede, mas se o objetivo for criar uma imagem profissional, vale participar de páginas e comunidades que sejam relacionadas ao trabalho e integrar discussões aprofundadas sobre esses temas.
Visão corporativa: quando as empresas procuram por alguém no Facebook, geralmente estão interessadas em traços de sua personalidade e se os valores pessoais do indivíduo estão de acordo com os da empresa. Cabe a cada usuário refletir o que vale a pena deixar como informação pública. Vale lembrar que as opções de privacidade do Facebook permitem esconder todas as informações de quem não é amigo na rede social.
Cuidados: uma simples diretriz pode evitar muitos problemas: jamais expressar na rede social aquilo que não seria expresso ao vivo, para pessoas em carne e osso. Vale também evitar participar de páginas polêmicas ou que possam prejudicar a imagem pessoal. E, assim como no LInkedIn, é necessário tomar cuidado para não publicar informações confidenciais da empresa.
 

Foxconn se reuniu com prefeito de Jundiaí


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Vista do condomínio de galpões da GR, em Jundiaí: filial da Apple mudou-se para o local

 Está cada vez mais próximo o acerto entre a taiwanesa Foxconn e o município de Jundiaí para a instalação de uma linha de produção de tablets – e possivelmente de iPhones – na região.
A representação comercial da Apple no Brasil mudou, no dia 3 de março, o endereço de registro de sua filial da cidade de Santo André, região metropolitana de São Paulo, para Jundiaí, no interior do estado. O local – Rodovia Vice-Prefeito Hermenegildo Tonolli –, que fica no Distrito Industrial de Jundiaí, é um condomínio fabril (GR Jundiaí) de 50 mil metros quadrados, ocupado em sua maior parte (70% da área) por galpões modulares, sendo os de nº 16 e 1, com 2.015 metros quadrados e 1.835 metros quadrados de área total, respectivamente, alugados pela filial da Apple.
Segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo, na última quinta o prefeito do município, Miguel Haddad (PSDB), secretários e um representante da fabricante taiwanesa de componentes eletrônicos se reuniram para tratar do acordo.
Ao jornal, Ari Castro Nunes Filho, secretário de Desenvolvimento Econômico de Jundiaí, confirmou que a prefeitura local trabalha já há um ano e meio para que essa linha de montagem da Foxconn seja instalada na cidade e que a reunião com o representante da empresa que fabrica produtos da Apple na China teve por objetivo tratar de assuntos jurídicos relacionados a serviços públicos em uma área próxima à unidade instalada no município.
Contudo, o jornal afirma ter conhecimento de relatos de que durante o encontro também se falou sobre benefícios fiscais.
 

Apple já tem endereço em Jundiaí

Conforme aponta o histórico da ficha cadastral da Apple Computer Brasil Ltda, registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), em 3 de março a empresa alterou o endereço de sua filial de Santo André para Jundiaí, no interior paulista.
De acordo com o documento, o endereço original da filial da Apple em São Paulo, localizado na "Avenida dos Estados, 4.576, Setor Apple, Vila dos Metalúrgicos, Santo André" foi alterado para "Rodovia Vice-Prefeito Hermenegildo Tonol (sic), 1500, Galpões 16, 1, Fazenda Grande, Jundiaí".
A Rodovia Hermenegildo Tonolli fica na região do Distrito Industrial de Jundiaí. O local indicado no documento é um condomínio fabril (GR Jundiaí) de 50 mil metros quadrados, ocupado em sua maior parte (70% da área disponível) por galpões modulares.
A filial da Apple alugou os galpões 16 e 1, com 2.015 metros quadrados e 1.835 metros quadrados de área total, respectivamente. Ambos os galpões são citados como parte do endereço da filial da empresa, segundo o documento da Jucesp.
O galpão 16 será ocupado pela Syncreon, empresa especializada em serviços de logística integrada para indústrias globais. Já o galpão 1 pertenceria a outra empresa de logística, a HB Logistics, do grupo Hesselbach.
A fábrica da Foxconn, tradicional integradora de produtos da Apple no mundo, fica a cerca de cinco quilômetros de distância do condomínio da GR.
Em seu site, a Syncreon diz atuar no “manuseio, processamento e gerenciamento do fluxo de entrada e saída de materiais e produtos para fabricantes e OEMs”. No idioma inglês, a sigla significa “Original Equipment Manufacturer”, um termo usado para designar quando uma empresa monta produtos para marcas terceiras, exatamente como trabalha a Apple com seus parceiros no mundo.
Procurada, a Syncreon confirmou a transferência de suas operações no município de Santo André para a cidade de Jundiaí, exatamente para o condomínio da GR. A HB Logistics, do grupo Hesselbach, não foi localizado para comentar o assunto.
Questionada a respeito do nome da parceira e do segmento, a Syncreon disse não poder revelar tais informações em virtude de um acordo de sigilo.
De acordo com a ficha da Syncreon na Jucesp, a empresa desempenhará, no local, “armazenagem geral e serviços de embalamento e desembalamento de materiais e componentes de propriedade de terceiros e sua movimentação para o local cliente”.
Ao que tudo indica, a área industrial do condomínio GR será um ponto para receber e armazenar componentes de produtos Apple fabricados na China que, numa segunda etapa, serão montados na planta industrial da Foxconn, na mesma região.
Atualmente, os produtos da Apple comercializados no Brasil chegam ao país via importação e recolhem até 50% de seu valor em impostos. Com a montagem nacional, a companhia vai beneficiar-se de vantagens fiscais e será de capaz de reduzir seus preços ou ainda ampliar sua margem de lucro.
No caso específico da produção de iPads, a Apple e outros fabricantes de tablets aguardam uma definição do Governo Federal que pode classificar esse tipo de produto como “computador pessoal”. Se isso se confirmar, o iPad deixará de recolher alíquota de PIS (1,65%) e COFINS (7,6%).
Na semana passada, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn vão produzir o tablet da Apple no Brasil até o fim de novembro deste ano.
Segundo ele, a fabricante taiwanesa pretende investir US$ 12 bilhões (cerca de R$ 19 bilhões) no país, nos próximos cinco anos, com direito à construção de uma “cidade inteligente” que daria emprego a 100 mil pessoas, número considerado alto demais pelo presidente da Abinee (Associação Brasileira das Empresas Eletroeletrônicas), Humberto Barbato.
O projeto apresentado na terça por Mercadante cita que 20 mil desses postos de trabalho a serem gerados em função do investimento da companhia no país serão destinados a engenheiros e 15 mil a técnicos especializados.
A instalação da nova operação da Foxconn em Jundiaí teria duas fases. A primeira, que começará neste ano e irá até 2013, envolveria a produção de componentes para telefones celulares, notebooks, tablets e monitores de escritório, e posteriormente, entre 2014 e 2016, envolveria a produção de aparelhos de TV de alta definição.
Além de Jundiaí, onde já possui operação, a Foxconn possui unidades fabris também em Indaiatuba, Manaus e Sorocaba.
 

Sob pressão, YouTube ensina copyright

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Happy Friends a serviço dos direitos autorais
 O YouTube estreou vídeos e questionários em seu serviço de vídeos para educar parte de seu público a respeitar as leis de direitos autorais.
No ar sob o nome “YouTube Copyright School”, o vídeo explica em inglês (com legendas em mais de 20 idiomas) algumas regras sobre direitos autorais, como por exemplo, o fato de ser proibido gravar filmes no cinema, em canais de TV e em espetáculos teatrais e depois jogá-los no YouTube para compartilhar com seus amigos.
O vídeo alerta o usuário para o fato de ele correr o risco de ser processado pelo proprietário dos direitos autorais do vídeo gravado e perder sua conta no YouTube.
A obra, com pouco mais de 4 minutos, é protagonizada pelos personagens do desenho animado “Happy Tree Friends”. Ver o vídeo e responder corretamente um quiz que se segue à obra será uma exigência do YouTube para todos seus usuários acusados de copiar material proprietário e publicá-lo na web.
Os cuidados do YouTube acontecem num momento em que o serviço de vídeos é fortemente pressionado por redes de TVs e, em particular, por gravadores de música sob acusações de apoiar a maior parte de sua audiência em conteúdos protegidos por direitos autorais.
O YouTube por sua vez alega que sempre que um conteúdo protegido é identificado ele é retirado do ar. Advogados das TVs e gravadoras, no entanto, acusam o serviço do Google de demorar para agir e tirar vantagem de filtros de conteúdo que não funcionam direito para ganhar audiência (e receita publicitária) sobre a obra de terceiros.
 

Nuvem garante agilidade e inovação em serviços do Santander

Instituição migra ambiente de desenvolvimento e teste de produtos para cloud. Modernização atingirá cerca de 4 mil unidades da rede.
Conquistar diferencial competitivo exige, entre outros procedimentos, investimento em tecnologias e conceitos que proporcionem agilidade e perspicácia na condução dos negócios. No caso do Banco Santander, o interesse residia no oferecimento ágil e eficiente de serviços inovadores aos clientes. O desafio foi compartilhado com a tecnologia da informação, que apresentou cloud computing como o melhor caminho para atingir essa meta.
Assim, a rede de 3.623 mil pontos de venda, entre agências e postos de atendimento do Santander, entrou na era da cloud computing. “Entendemos que a nuvem não seria somente uma onda no mercado, mas, sim, um conceito que revolucionaria a forma de gerenciar a infraestrutura de TI”, avalia Carlos Alberto Fernandes Pinheiro, superintendente executivo de Desenho de Serviços e Arquitetura da Produban, empresa de tecnologia do Grupo Santander Brasil.
Iniciado no final de 2010, o projeto encontra-se na primeira fase, em que a nuvem é utilizada pela área de desenvolvimento e teste de produtos do banco.É lá que sistemas como o de capitalização e poupança são criados.
Mas como funciona, na prática, a cloud no Santander? “No ambiente de desenvolvimento, o profissional precisa solicitar recursos como servidores, software, capacidade de processamento e memória. Eu poderia simplesmente pegar uma máquina e entregar ao funcionário. Mas faço diferente. Deixo que ele escolha equipamentos e configurações de que precisa para trabalhar”, afirma.
Pinheiro define esse formato como um self-service de desenvolvimento.
“Criamos um catálogo de serviços e recursos disponíveis. Na bandeja, o profissional escolhe o que é necessário para realizar um desenvolvimento ou teste”, diz.
Para ilustrar as mudanças possibilitadas pela nuvem nesse setor, Pinheiro conta que no cenário anterior, quando os executivos do Santander davam sinal verde para iniciar um projeto, a área de infraestrutura se reunia com a de desenvolvimento para entender os requisitos. Feito isso, estabelecia a estrutura necessária, que era disponibilizada em semanas e até meses.
“Podíamos levar de 60 a 90 dias. Agora, com a cloud, reduzimos esse tempo para horas. O mais rápido que fornecíamos antigamente eram três dias. Hoje, consumimos, no máximo, três horas. Ganhamos agilidade e produtividade.” O executivo explica que, no antigo cenário, muitos projetos não saíam do papel, pois as áreas tinham conhecimento da lentidão para disponibilizar a infraestrutura.
“Na nuvem, não temos mais esse receio. Projetos podem ser colocados na prateleira e depois tirados quando a mesma infraestrutura for solicitada”, pontua. “Como os scripts [linguagens de programação] estão na cloud, conseguimos fazer mais com o que já temos em mãos. Basta replicar”, completa.
A empresa optou pelo modelo privado. “Nos deparamos com algumas preocupações em relação à segurança no modelo público. Depois, identificamos que a nuvem privada afastaria esses receios e seria a melhor estratégia”, diz Pinheiro.
O parceiro tecnológico que ajudou o Santander a chegar a essa conclusão foi a IBM. Na avaliação de José Luiz Spagnuolo, líder de cloud da IBM e responsável pelo projeto no banco, a principal preocupação da adoção não foi tecnológica e sim relacionada a processos. “Fizemos revisões para estabelecer uma metodologia para a solicitação dos recursos de TI. Isso foi fundamental para o sucesso da ação”, diz.
A IBM é parceira do Santander desde 2007 e como já conhecia o ambiente da empresa a entrega da nuvem foi rápida. Além disso, não foram necessárias adaptações na infraestrutura. “Fizemos de tudo para não impactar no trabalho do pessoal de TI. A instalação e a configuração do catálogo, por exemplo, foram realizadas remotamente”, conta.

Por trás da nuvem
De acordo com Pinheiro, além dos benefícios de agilidade na entrega de desenvolvimentos, outras vantagens foram registradas. Como exemplos, ele cita redução do custo total de propriedade (do inglês, TCO), melhor planejamento de compra de ativos e redução no tempo de administração. Para o executivo, esse conjunto vai permitir que o Santander ganhe posições de destaque no setor de atuação. “Cloud é uma variável fundamental em competitividade”, avalia.
No nível em que a nuvem é utilizada no momento, prossegue, a área de negócios não pôde ainda sentir todos os benefícios da mudança. “Hoje, as melhorias estão na área de TI. Conseguimos racionalizar o uso de recursos e conquistamos agilidade na alocação deles. Quando o projeto evoluir, será evidente a rapidez na entrega de produtos”, afirma.
Para ele, quando isso acontecer, a tecnologia deixará de ser vista como centro de investimento em hardware e infraestrutura e se tornará um setor que agrega valor aos negócios.
A empresa está agora em fase de amadurecimento dos processos. Essa etapa vai consumir os próximos quatro meses. Depois disso, o Santander vai evoluir para o próximo nível: o ambiente de homologação. “Em 12 meses, pretendemos ter os primeiros produtos em produção”, espera. Segundo Pinheiro, nem todos os serviços do banco vão migrar para a nuvem.
“Faremos uma avaliação cuidadosa com base em nossos critérios de segurança.” Ele adianta que produtos considerados o coração da operação do banco, como o sistema de conta corrente, não vão para a cloud.
Na opinião de Pinheiro, a nuvem privada será um passo importante para preparar o Santander para a pública. “Quando as preocupações em torno do modelo público forem eliminadas, estaremos prontos para uma possível migração. Cloud já fará parte do nosso DNA”, diz.
Os próximos passos incluem a exploração de outros modelos de cloud, como desktop e storage. Não há, no entanto, uma data para colocá-los em prática. “Estamos dando um passo de cada vez”, finaliza o superintendente executivo de Desenho de Serviços e Arquitetura da Produban .

13 de abril de 2011

Apple já prepara primeiros iPads nacionais

Publicado em 13/04/2011

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A tão esperada fábrica da Apple no Brasil parece estar cada dia mais perto.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo deste sábado, contêineres contendo componentes para a fabricação de iPads já deixaram a Ásia em direção ao Brasil. A viagem deve durar cerca de dois meses, período necessário para que o Governo oficialize as políticas de incentivo à Foxconn, fabricante do aparelho.
Inicialmente, caso os tablets sejam classificados como computadores, como planeja o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, eles contariam com redução de 9,25% referente ao PIS e Cofins. Além disso, outros incentivos estaduais podem ser ofertados para atrair a fábrica.
Inicialmente, os iPads seriam fabricados na cidade de Jundiaí, na fábrica da Foxconn, que já produz produtos para a Sony e HP.
No fim de março, o secretário de desenvolvimento econômico da cidade, Ari Castro Nunes Filho, chegou a afirmar que a empresa já teria encomendado estudos sobre a instalação da linha para fabricar produtos da Apple.
Por outro lado, Izabel Lorenzetti, prefeita de Lençóis Paulista, chegou a declarar que a cidade também estaria sendo considerada para a instalação da fábrica de produtos Apple.
De acordo com um estudo da Apple, existe no Brasil uma demanda aproximada de cerca de 5 000 iPads por mês. Combinados os incentivos fiscais e custos com logísticas, a expectativa é que o preço do produto caia em até 40%. A Apple não se pronuncia sobre o assunto.
 

Mark Zuckerberg aparece na capa da Mad americana

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Depois de ter sua história contada no cinema, virar personagem de história em quadrinhos, boneco de brinquedo e ser eleito personalidade do ano pela revista Time, foi a vez Mark Zuckerberg aparecer na capa da edição americana da revista de humor Mad.
Nela, Zuckerberg surge assustado ao lado do personagem fictício Alfred Neuman. A manchete diz “As 50 piores coisas sobre o Facebook”.
Segundo o editor da revista, a publicação recebeu 2 mil dólares dos irmãos Winklevoss, que acusam Zuckerberg de terem roubado sua idéia, para colocá-lo na capa.
Além do Facebook, a edição da revista também faz piada com o game Angry Birds e com o ator Charlie Sheen. Barack Obama, Bart Simpson e Thom York são outras personalidades que já apareceram na capa da publicação.


Windows 7 de 32 ou 64 bits? Saiba qual é o melhor para o seu PC

Veja como não errar na hora de fazer o upgrade do sistema operacional utilizando programas gratuitos
Uma pergunta frequenta, encontrada no fórum do Windows, questiona se o usuário deveria fazer o upgrade de seu sistema operacional para versão 32 ou 64 bits do Windows 7. É preciso, antes de mais nada, responder outras duas questões: primeiro, se o computador do usuário é compatível com o Windows 7 (e isso inclui todos os periféricos e programas) e, em seguida, se a máquina tem processador de 64 bits.
Para saber a resposta da primeira questão, instale e rode o Windows 7 Upgrade Advisor. Este programa gratuito da Microsoft não só vai dizer se é possível instalar a nova versão do sistema operacional, como também o que é preciso mudar se o Windows não puder ser instalado e quais problemas podem acontecer depois de fazer o upgrade.
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Software da Microsoft exibe relatório completo dizendo se aprova ou não o sistema
 Este mesmo programa pode responder à segunda pergunta. Depois de terminar a análise e mostrar o relatório, observe o topo da janela: se há uma separação entre as abas “Relatório de 32 bits” e “Relatório de 64 bits”, é sinal verde para a segunda versão do Windows 7, já que isso significa que o processador possui essa capacidade.
Entretanto, há uma maneira mais rápida ainda para saber se o Windows 64 bits é uma opção ou não. Baixe e execute o Securable, software da Gibson Research. Steve Gibson desenvolveu este programa para examinar a CPU e falar sobre as especificações de segurança. E, como bônus, quando o software é aberto, ele mostra de cara um 32 ou um 64.
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Avast libera conserto para update que bloqueou acesso a sites

Falha era no componente Web Shield, a ferramenta que monitora e avisa sobre sites maliciosos, e causava vários alertas errados ("falsos positivos").
A empresa de segurança online Avast liberou, na madrugada desta terça (12), um update consertando um bug na atualização anterior, liberada na segunda, que estava impedindo seus usuários de acessar vários sites.
A falha era no componente Web Shield, a ferramenta que monitora e avisa sobre sites maliciosos, e causava vários alertas errados (os chamados "falsos positivos").
"O update para a biblioteca de vírus 110411-1 contém um erro que resultou em vários sites inocentes sendo apontados como infectados. Em geral, todos os sites com um script em um formato específico foram afetados", diz um post no blog oficial.
De acordo com a empresa, sua equipe técnica descobriu o problema e rapidamente o corrigiu. O patch foi liberado 45 minutos depois, com o número 110411-2. "Quem ainda tiver esse problema deve fazer o update manual, clicando com o botão direito do mouse no ícone do programa na barra de tarefas e selecionando Update - Engine and Virus Definitions", explica o texto.
A Avast também diz que a falha afetou somente o acesso a sites, e não a arquivos no micro do usuário.
 

Mais barata, nova versão do Kindle exibe publicidade

"Kindle with Special Offers" será vendido por US$ 114 a partir de 3 de maio, e terá propaganda na home e na forma de screensavers.
A Amazon anunciou nesta segunda (11) um novo modelo de vendas do Kindle, seu leitor de e-books. Chamado de "Kindle with Special Offers", o dispositivo será vendido por US$ 114 a partir de 3 de maio, e está disponível em pré-venda para os consumidores americanos.
A novidade é que essa versão exibirá anúncios, na forma de protetores de tela patrocinados e de banners na parte inferior da tela inicial (home).
"Estamos fazendo o possível para que todos que desejam um Kindle possam comprar um", disse Jeff Bezos, CEO da Amazon.com, em comunicado.
Buick, Olay (Procter & Gamble), Visa, e o cartão de crédito Reward Visa Amazon.com (do banco Chase) irã patrocinar a primeira série de screensavers desenvolvidos para a tela monocromática do leitor eletrônico.
Caso o usuário deixe de ver alguma das ofertas, elas continuarão disponíveis por meio de um menu especial na home do dispositivo.
A empresa também anunciou o "AdMash" - um site e aplicativo gratuito para o Kindle em que os usuários poderão escolher que anúncios irão ser transformados em protetores de tela.
Além disso, prossegue o comunicado da Amazon, os usuários dessa versão do Kindle poderão poderão dar dicas sobre o estilo e os tipos de screensavers que gostariam de ver.
As outras versões, sem anúncios, continuam a venda, por US$ 139 e US$ 189 (com 3G).

 

Saiba como você pode fazer para "sumir" da Internet

Web traz todo tipo de informação sobre as pessoas, desde as melhores até as mais comprometedoras; saiba como acabar com seus rastros na rede.
A Internet tornou nosso mundo muito menor. E ela também fez as nossas histórias muito melhores – catalogadas e mais fáceis de serem encontradas. Mas isso, juntamente com o estranho fenômeno de que o bom senso de muitas pessoas costuma sumir quando o assunto é postar informações e imagens na web, nem sempre é bom . Há muita informação por aí sobre como melhorar sua reputação ou proteger sua privacidade online. Mas e como você faz para "desaparecer" da web?
O ex-CEO da Google, Eric Schmidt, pensa que você talvez queira fazer isso. Em uma entrevista de 2010 para o Wall Street Journal, ele disse: “Não acredito que a sociedade entenda o que acontece quando tudo está disponível, conhecido e registrado para todo mundo ao mesmo tempo.” Ele então sugeriu que eventualmente as pessoas podem ser levadas a mudar seus nomes para fugir de suas histórias embaraçosas (e bem documentadas) da Internet.
Em vez de colocá-lo em um "programa de proteção à testemunha" – ou mudar o seu nome – vamos mostrar cinco passos para quem está disposto a sumir da Internet.
Passo 1: Conheça seu inimigo
Antes de fazer qualquer coisa, você precisa saber do que está querendo se livrar. Por isso, primeiro faça uma busca pelo seu nome. Mas não apenas no Google. Utilize também sites agregadores de buscas por pessoas, como
ZabaSearch, Intelius, Pipl e Spokeo.
Passo 2: Fique fora da rede
Ao navegar use um pseudônimo - Se não quer usar seu nome real para ficar “pregado” em toda a rede, use um nome de tela, apelido ou algum outro pseudônimo do tipo para conduzir seu “negócio” na Internet. E não esqueça de criar um e-mail especial para ele.
Monitore seus amigos - Infelizmente, não é mais só com você. Convença seus amigos, familiares e outros a não postarem informações ou fotos suas na rede sem antes receber sua autorização explícita para isso. Isso deve ser fácil de fazer – certamente mais fácil do que monitorar pessoas que não seus amigos, por exemplo.
Não seja estúpido - Se você nunca ficou bêbado a ponto de cair em público, nunca será a estrela de uma foto comprometedora no Facebook de alguém. Pense sobre isso.
Passo 3: Remova o que conseguir
Você está pronto para “chutar o balde” e destruir suas contas em redes sociais? Por um lado, você não estará mais em “contato” com aquele cara que conheceu em uma viagem para a China quando tinha 16 anos. Mas, por outro lado, provavelmente vai almoçar com seu melhor amigo do colegial que mora na mesma cidade que você, em vez de apenas postar algo sobre almoço no mural de alguém no Facebook. Vamos ver como sair de alguns dos sites e serviços sociais mais populares atualmente.
Como sair do Facebook: Faça o login, vá até Conta, Configurações da Conta. Na parte inferior da primeira tela (Configurações) há um link para “Desativar Conta”. Sim, o Facebook te faz “desativar” uma conta antes de apagá-la. Clique no link e verá uma tela cheia de fotos dos seus “amigos” e mensagens de como sentirão a sua falta. Escolha uma razão para sua saída e certifique-se de marcar a opção para não receber futuros e-mails da rede social (senão poderá receber mensagens tentando te convencer a voltar para o site).

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Apague o que puder manualmente em outros perfis antes de deletar sua conta em redes como o Facebook

 
Agora basta deixar sua conta “desativada” e não fazer login por duas semanas. Depois desse período, ela será deletada.
Como sair do Twitter: Faça login, vá até Configurações, Conta. Na parte interior da página há um link que diz “Desativar minha conta”. Clique nele e será direcionado para uma tela de verificação. Confirme o processo e sua conta no microblog será imediatamente desativada e apagada.
Como sair do LinkedIn: Faça login, vá até Configurações, Conta, Fechar sua Conta. Você será levado para uma tela de verificação, em que o LinkedIn irá te perguntar a razão para sair do site. Escolha uma e então clique em Continua para apagar a conta.
O processo é parecido para outros sites como Orkut e MySpace. Apesar de esses serviços de redes sociais serem bons para deletar as contas e informações associadas, é uma boa ideia se prevenir e manualmente apagar o máximo de postagens, fotos e mensagens internas que puder antes de sair. Se não quiser fazer isso, dê uma verificada no Suicide Machine, um site “suicida” que irá fazer o processo para você.
Passo 4: Limpe sua reputação
Você provavelmente já ouviu falar de empresas de “proteção à reputação” – como a
Reputation.com e RemoveYourName – que alegam conseguir reabilitar sua nome online. E se elas podem fazer isso, você também.
Esse tipo de empresa usa duas táticas principais para melhorar reputação de seus clientes: pedem aos sites para retirarem informações incriminatórias sobre um cliente, usando a lei e/ou grandes quantias de dinheiro se necessário; e retiram conteúdo “ruim” em resultados de buscas ao subir conteúdo “bom”. O último não é relevante para esta reportagem, já que estamos falando de retirar conteúdo da web, não colocar mais. Porém , o primeiro método é essencial.
A boa notícia é que você pode fazer isso sozinho. E a ruim é que exige muito tempo e determinação.
Pedir a sites para retirarem informações sobre você é tão fácil quanto parece: apenas comece a enviar e-mails para webmasters pedindo que os dados sejam retirados. Mas esteja preparado para encontrar muita resistência. Muitos deles não possuem o tempo ou inclinação necessária para isso. Além disso, você provavelmente não vai chegar a lugar algum com ferramentas de buscas (incluindo ferramentas de buscas por pessoas, como o Pipl) porque eles são agregadores e não bases de dados.
Se algum site se recusar a cooperar, você pode acionar a justiça ou oferecer dinheiro a eles. O Google vai remover resultados de buscas se você convencê-los de que o site está infringindo sua propriedade intelectual (como já aconteceu em outros casos). Outra possibilidade é oferecer “acordos” aos sites para remover o conteúdo. Infelizmente, ambas as opções exigem dinheiro e normalmente se saem melhor quando deixadas nas mãos de negociadores profissionais e advogados.

6 de abril de 2011

Windows 8 - Versão de desenvolvimento vaza na Internet

Publicado em 06/04/2011

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Sistema substitui a barra de ferramentas na janela de exploração pela interface de usuário Ribbon
Apenas algumas horas após o vazamento de uma versão em desenvolvimento do novo Windows 8, já podemos ter uma boa ideia de como está ficando o mais recente sistema da Microsoft.
Conforme publicado pelo site wwwery, ficou visível uma grande mudança, além da nova tela inicial. A Microsoft parece ter substituído a barra de ferramentas na janela de exploração pela interface de usuário Ribbon, atualmente usada nos programas do pacote Office, incluindo Word, Excel e PowerPoint.
Após fazer o login, a mudança mais notável é a presença da nova interface Ribbon em todas as janelas de exploração do sistema. Nesse estágio, a interface ainda está em um estado inicial, ainda sem algumas de suas funcionalidades. Por isso, é difícil dizer exatamente o quão bem-sucedida será essa mudança. O site Within Windows chega até a sugerir que possa haver alguns desentendimentos na Microsoft sobre o uso da nova interface.
Também não está claro se essa mudança é permanente para todos os aparelhos. Essa versão atual do Windows 8 possui uma opção para selecionar o retorno da barra de ferramentas e menus com os quais os usuários já estão acostumados. Não se sabe se essa opção chegará à versão final do sistema ou é apenas uma medida temporária enquanto o desenvolvimento do Ribbon não é finalizado.
Como essa é uma versão muito inicial do aguardado sistema, muitos recursos, como suporte especializado para tablets, ainda não estão presentes. Mesmo assim, já é possível dizer que o Windows 8 trará algumas mudanças drásticas no famoso sistema da Microsoft.
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Interface Ribbon deve substituir as conhecidas barras de ferramentas nas janelas do Windows 8


 

Web semântica caminha para a maturidade

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Anunciada há anos como a evolução natural da web 2.0, nova tendência começa a ganhar mais corpo com padrões e fornecedores.
O sócio da empresa norte-americana de investimentos Alpha Equity Management, Vince Fioramonti, teve uma visão em 2001: ele percebeu que a web já ficara rica em informações sobre investimentos e que havia um crescente número de fornecedores oferecendo software para capturar e interpretar informações baseadas em importância e relevância.
Segundo Fioramonti, a companhia já tinha um time de analistas lendo e tentando resumir informações financeiras sobre companhias. Mas o processo era muito lento e tinha a tendência de ser subjetivo e inconsistente.
No ano seguinte, a empresa resolveu iniciar um trabalho mais qualificado com uma plataforma semântica para processar várias formas de informação digital de maneira automática, mas a primeira ferramenta utilizada proporcionava somente algoritmos gerais. A Alpha teria de investir em um time de programadores e analistas financeiros para desenvolver algoritmos específicos. Com um alto custo, o board acabou derrubando o projeto.
Segundo Fioramonti, restou à empresa recorrer a um provedor de serviços externo para tentar resolver os problemas. Mas somente em 2008 a empresa começou a ver resultados, depois assinou uma ferramenta que coleta e analisa informações de diversas fontes noticiosas, incluindo a Reuters, veículos online, jornais e blogs. Após a análise, a ferramenta pontua o sentimento do público em relação à companhia ou produto, além da sua relevância e grau de inovação. O nome do provedor de serviços é Thomson Reuters.
Os resultados são divulgados para clientes, incluindo relações públicas, profissionais de marketing, negociadores de ações e gerentes de portfólio de ações que agregam essas informações em decisões de longo prazo no tocante a investimentos.
A ferramenta não é exatamente barata. A Thomson Reuters não divulga valores, mas estimativas indicam que a assinatura mensal, que inclui atualização em tempo real das consultas gira entre 15 mil e 50 mil dólares por mês. Mas, para uma empresa como a Alpha, o valor gerado justifica o preço. “As informações ajudaram a alavancar o desempenho do portfólio da companhia e permitiu à Alpha Equity obter diferenciais frente aos concorrentes.”
Independentemente da forma escolhida, o preço por contar com uma tecnologia de web semântica é alto. Maior ainda se a informação procurada incluir jargões, conceitos e acrônimos que forem específicos de um negócio em particular. Mas o mercado hoje já está bem mais avançado que há dez anos e oferece opções para quem se interessa por uma solução do gênero.
Entre os grandes fornecedores, Oracle, SAS e IBM possuem ofertas no contexto de suas soluções analíticas e preditivas. Mas uma série de fornecedores de menor porte, principalmente startups norte-americanas, tem algum destaque no mercado. Entre elas estão Cambridge Semantics, Expert System, Revelytix, Endeca, Lexalytics, Autonomy e Topquadrant.
 

Padrões da web semântica

Pensando no futuro da web semântica, o World Wide Web Consortium (W3C) determinou padrões de linguagens que devem ser seguidos na construção das páginas, como RDF, RDFS e OWL. Estes são de grande valia para as empresas de software, pois, com eles, é possível desenvolver uma série de técnicas para analisar e descrever o significado de objetos de dados e seus relacionamentos. Isso inclui um dicionário de termos genéricos e específicos da indústria, assim como análise de gramática e contexto para resolver ambiguidades idiomáticas, como palavras com múltiplos sentidos.
Para ilustrar a vantagem dos padrões, o CEO da Revelytix, Michael Lang, descreve que se todos os vendedores de produtos eletrônicos online usarem os padrões em seus catálogos, os consumidores poderão, por meio de um browser em conformidade com as regras da W3C, obter bons resultados com consultas complexas como “mostrar todas as TVs de tela plana entre 42 e 52 polegadas, organizadas por preço”.
Já existe no mercado sites que fazem esse tipo de comparação, mas não raro as informações estão desatualizadas, imprecisas ou incorretas. Ela não consegue, por exemplo, filtrar disponibilidade de tamanho ou cor, por exemplo. E a web semântica traria uma nova dinâmica nessa questão.
Para as empresas, a dinâmica é parecida. Encontrar informações qualificadas assemelha-se à essa experiência do consumidor, questão que os principais fornecedores estão buscando resolver.
 

Opções SaaS

Para as grandes empresas, iniciar um projeto de web semântica de imediato não é tão difícil se houver dinheiro para investir. As menores, no entanto, podem seguir a Alpha Equity e buscar um fornecedor externo que ofereça serviços semânticos.
Além da Thomson Reuters, o mercado norte-americano possui o serviço OpenCalais, também baseado em busca de agregadores de notícias, blogs, catálogos e outras aplicações.
Outros serviços vêm de empresas como DNA13, Lithium Technologies e Cymfony, todas com a mesma tendência de coletar informações na web por meio de consultas específicas e analisar notícias e a mídia social, mas com um olhar específico sobre reputação e gerenciamento de marca, gestão de relacionamento com consumidor e marketing.
 

Firefox 4: dicas para resolver problemas e personalizar o navegador

Navegador da Mozilla chegou com interface diferente e problemas de compatibilidade; truques simples deixam o browser com a sua cara
A Mozilla lançou o navegador Firefox 4 na última semana. Apesar de possuir qualidades, o browser também traz alguns motivos para irritação. Primeiro, mudou de lugar o botão de Atualizar sem nenhuma razão específica (o mesmo com o botão Home, mas isso também foi facilmente consertado).
Depois, colocou as abas no topo da tela (mais uma vez, facilmente resolvido). E, por último, e mais importante, vários add-ons pararam de funcionar. Felizmente, conseguimos encontrar algumas maneiras para solucionar essas questões de interface, assim como o problema de compatibilidade de extensão.
 

Coloque o botão Atualizar em seu lugar

Por alguma razão a Mozilla decidiu que seria uma boa ideia mudar de lugar o botão Atualizar para o lado direito da barra de ferramentas. Mas isso não faz sentido nenhum. Os botões de navegação Avançar/Voltar ainda estão na esquerda. Então, por que mudar o Atualizar para o lado oposto?
 

Felizmente, esse é um problema de fácil solução:

1- Clique no novo botão Firefox (que é laranja e fica no canto superior esquerdo), então escolha Opções e depois Personalizar Barra de Ferramentas.
2- Arraste o botão de Reload para o lado esquerdo da barra de ferramentas, próximo das flechas de navegação e então solte-o.
3- Clique em finalizar (Done).
Simples, não? No Firefox 4 o botão de Atualizar/Recarregar desaparece como um botão de Pausar, que é a razão pela qual você normalmente não vê o último – até que você entre no modo de personalizar a barra. Se decidir arrastar o botão de Pausar para ficar na esquerda, junto com o Atualizar, ele vai “desaparecer” no outro botão quando você sair do modo Personalizar Barras. Mas ficará visível se você deixá-lo do lado direito.
 

Agora coloque as abas de volta nos seus lugares

No Firefox 4, as abas ficam no topo da tela. Talvez isso seja melhor, de alguma maneira, mas se você quiser mudar isso por qualquer razão, o processo é ainda mais fácil do que o anterior. Veja só:
Clique no novo botão Firefox, então em Opções e Abas em Cima para desativar essa última opção. Pronto! Agora suas abas voltaram a ficar abaixo da barra de endereços.
Não viu o botão laranja escrito Firefox? Tudo bem. Clique com o botão direito do mouse em uma área vazia, próxima das suas abas abertas e então clique em Abas em Cima para desativar a opção (nesse mesmo menu, que aparece com o clique direito você pode ativar a opção Barra de Menus, que traz de volta os tradicionais Arquivo, Editar, Exibir, entre outras opções).
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Botão Firefox: porta de entrada para a personalização do navegador

Faça os add-ons desabilitados funcionarem novamente

Um dos maiores problemas que encontramos no Firefox 4 foi incompatibilidade com determinados add-ons.  Mas, felizmente, há uma maneira para desativar a verificação de compatibilidade do navegador, que é o que impede essas extensões de rodarem.
Vale notar: enquanto alguns ou todos os seus add-ons “incompatíveis” podem realmente rodar numa boa no Firefox 4, há um potencial ponto negativo: um ou mais deles podem apresentar problemas, fazendo com que o browser não funcione corretamente ou nem chegue a funcionar. Por isso, tente esta dica a seguir:
1- Abra uma nova aba, digite about:config na barra de endereços e aperte Enter.
2- Clique com o botão direito do mouse em qualquer lugar da janela principal, então clique em Nova Preferência e depois Boolean.
3- Copie e cole o nome da preferência a seguir: extensions.checkCompatibility.4.0
4- Clique em OK, e então configure o valor para Falso (False, que é o padrão).
5- Saia e reinicie o Firefox.

Agora você deverá ter acesso a todos os seus add-ons.

Se você não quiser arriscar bagunçar o seu navegador, a única opção é ter paciência: a maioria dos desenvolvedores pode e vai atualizar suas extensões para serem compatíveis com o Firefox 4, mas não é possível saber quanto tempo isso pode levar.
 

Facebook pode causar depressão em adolescentes

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Segundo estudo, uso abusivo de rede social pode despertar cyberbullying, ansiedade e aversão ao contato social
Adolescentes que passam muito tempo conectado ao Facebook estão sujeitos a um novo tipo de distúrbio, a “depressão Facebook”. 
De acordo com o estudo “O Impacto do Uso das Redes Sociais em Crianças, Adolescentes e nas Famílias”, publicado pela Academia Americana de Pediatria, no dia 28/03/11, o Facebook está substituindo os encontros ocasionais da atual geração de adolescentes por interações virtuais.
Grande parte destes jovens somente interagem por meio de redes sociais e de telefones celulares”, apontou o Gwenn O´Keeffe, um dos autores do estudo.
Segundo o estudo, o uso das redes sociais sem moderação feito pelos jovens pode desencadear atos de cyberbullying, ansiedade social e isolamento severo. Combinados, esses fatores dariam origem à “depressão Facebook”.
"A aceitação e o contato com colegas é uma parte importante da vida do adolescente. Acredita-se que a intensidade do mundo online e a falta de contato com o mundo real são fatores que podem desencadear o disturbio em alguns jovens", afirma o relatório. 
De acordo com o estudo, os pais precisam ficar atentos à hora quando o jovem deve desligar o computador e procurar por amigos reais. Um dos primeiros sinais seria quando o jovem deixa de cumprir outras atividades para permanecer conectado à rede social.
De acordo com as regras de segurança do Facebook, a idade mínima para criar uma conta no site é 13 anos. A rede social criada por Mark Zuckerberg em 2004 já acumula mais de 600 milhões de usuários no mundo todo.
 

Europeus fornecem a mais exata imagem da gravidade na Terra

Dados enviados por satélite à ESA (Agência Espacial Europeia), durante dois anos, possibilitaram o estudo preciso da gravidade do planeta Terra de uma forma inédita.
Os cientistas agora detêm um dos mais exatos modelos geoide (forma mais aproximada do nosso planeta, visto que ele não é totalmente redondo) do lugar onde vivemos.
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Modelo da gravidade na Terra fornecerá dados oceanográficos e da estrutura interna do planeta
A imagem foi divulgada nesta quarta-feira durante uma conferência em Munique (Alemanha) --
veja a versão animada.
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No estudo apresentado pela ESA, com imagens fornecidas pelo satélite Goce (sigla em inglês de Explorador da Circulação Oceânica e do Campo Gravitacional), considerou-se a gravidade do geoide sem a ação de marés e de correntes oceânicas.
O modelo serve como referência para medir a movimentação dos oceanos, a mudança do nível do mar e a dinâmica do gelo, o que pode abrir precedente para entender com maior profundidade as mudanças climáticas.
Além desses dados oceanográficos, também servirá para o estudo da estrutura interna do planeta --como os processos que levam à formação de terremotos de grande magnitude e que podem provocar danos devastadores, como aconteceu com o Japão no sismo de 11 de março.
Do espaço, é praticamente impossível para os satélites observarem a dinâmica dos tremores, visto que o movimento das placas tectônicas ocorre abaixo do nível dos oceanos.
Contudo, explica a ESA em seu site, os tremores costumam deixar um "rastro" na gravidade do planeta, o que pode ajudar a entender o mecanismo de um terremoto e, quem sabe, antecipar sua ocorrência.
 

Windows Phone 7: "fiasco" em atualizações compromete imagem da Microsoft


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Segundo Patrick Kerley, especialista em gestão de crise, empresa cometeu vário erros ao passar informações incorretas e confundir operadoras e usuários
A Microsoft  atrasou as atualizações para o Windows Phone 7, divulgou informações erradas e aborreceu seus usuários mais leais ao não cumprir suas promessas, de acordo com o especialista em gerenciamento de crises da Levick Strategic Communications, Patrick Kerley.
"Há dois tipos de crises: as que você não pode antecipar, como um desastre natural, e aquelas que você pode. A Microsoft está lidando com o segundo tipo”, disse Kerley em referência ao problema de relações públicas que a fabricante vêm enfrentando após falhar na entrega de updates para o WP7.
Na última semana, a Microsoft publicou datas para as duas primeiras atualizações de seu novo sistema móvel, um movimento que levou os consumidores a reclamarem sobre promessas quebradas e "timing" ruim da empresa.
Esse anúncio da empresa aconteceu após declarações de seu CEO, Steve Ballmer, de que a atualização mais recente, chamada de “NoDo”, seria lançada na 1ª metade de março. Pouco depois, o gerente geral do WP7, Eric Hautala, desmentiu isso, ao afirmar que o NoDo seria adiado para a 2ª metade do mês.
Segundo a Microsoft, nenhum usuário dos EUA recebeu a atualização NoDo. Mas a operadora T-Mobile disse esta seman que estava enviando o update para os donos do aparelho HTC HD7. E ontem (31/3) a Dell afirmou que a mesma operadora estava disponibilizando essas atualizações para seu modelo Venue Pro.
Na semana passada, o executivo responsável pelo desenvolvimento do sistema, Joe Belfiore, pediu desculpas aos usuários e reconheceu seu erro por ter afirmado que a maioria dos usuários havia recebido a atualização no mês anterior. Usuários mais irritados acusaram Belfiore de ser insensível e petulante, por conta dos meses de espera por atualizações, e de estar desinformado. Alguns até pediram que Balefire deixe seu cargo.
O executivo, por sua vez, admitiu que não estava a par dos fatos quando foi filmado para um vídeo postado no site da Microsoft, em que fala que as atualizações estavam sendo liberadas. “Eu não estava tão preparado como devia para essa entrevista...e não tinha as informações corretas atualizadas para dar uma boa explicação sobre os updates”, disse Belfiore.
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Windows Phone 7: executivo da Microsoft admitiu estar mal informado sobre as atualizações e pediu desculpas

Kerley afirma que a Microsoft deveria ter previsto os problemas relacionados às atualizações. “Com seus vários parceiros, tanto fabricantes de telefones quanto operadoras, eles deviam ter antecipado que haveria algumas coisas fora do seu controle”, disse, em referência ao processo em que a Microsoft completa a atualização e então passa-o para as operadoras realizarem testes adicionais.
Segundo o especialista, os erros da empresa incluem contar aos consumidores que os updates estavam “completos” quando, na verdade, ainda demorariam semanas para serem liberados, assim como não pressionar as operadoras para que os testes fossem feitos de modo mais rápido.
“A Microsoft deveria ter previsto (a reação)”, disse Kerley, e agora está colhendo o que plantou. “Ela é o denominador em comum aqui, não as operadoras, por isso a empresa é o foco da resposta negativa.”
Atraso

Para Kerley, a Microsoft poderia  ter acelerado os updates, ou ao menos dizer aos consumidores que eles estavam a caminho, em razão da acirrada guerra do mercado de smartphones. “Há um sentimento aqui que em sua pressa para alcançar (Apple e  Google), ela pode ter tentado adicionar recursos que ainda não haviam sido testados”, disse.
“Eles precisam agir um pouco mais como uma startup e dizer às pessoas ‘isso é o que nós podemos confirmar como verdade’ e ‘aqui está o que podemos dizer em que estamos trabalhando.’ Ela precisa mostrar aos consumidores que está aprendendo com o erros.”
 

Após audiência "explodir" nas férias, Facebook pode passar Orkut ainda este ano

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A rede teve 17,9 milhões de visitantes únicos em fevereiro, mais que o triplo se comparado ao mesmo mês do ano passado, quando obteve 5 milhões.
A audiência do Facebook continua crescendo em ritmo acelerado no Brasil. A rede teve 17,9 milhões de visitantes únicos em fevereiro, mais que o triplo se comparado ao mesmo mês do ano passado, quando obteve 5 milhões.
O Orkut, por outro lado, aumentou sua popularidade em 25% - um oitavo do crescimento do concorrente – chegando a 32,41 milhões.
O melhor momento do Facebook, por sinal, foi justamente o pior para o Orkut. Se de dezembro a fevereiro sua audiência aumentou em 45%, a de seu rival caiu pela primeira vez em um ano: 0,8%.
A rede de Zuckerberg nunca havia atingido a metade da audiência do site da Google, utilizado quase que exclusivamente por brasileiros. Na Índia, outra região onde reinava como principal portal social, ele perdeu a primeira colocação para o Facebook em setembro de 2010.
É importante destacar que os dados são referentes ao número de visitantes únicos, que não são, necessariamente, usuários dos sites em questão. Além disso, o instituto comScore – responsável pela pesquisa – só contabiliza internautas acima de 15 anos.
 

2012?


O analista do Ibope Nielsen, José Calazans, em entrevista ao jornal Estado de São Paull, lembrou o que ocorreu em outros países para apontar o que pode acontecer no Brasil:
“Nos Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e Alemanha, a rede social dominante antes do Facebook só começou a cair quatro meses depois que este atingiu a mesma audiência deles”, afirmou.
Embora o número de visitantes únicos do Orkut já tenha diminuído em fevereiro – antes, portanto, de ser alcançado pelo rival – vale lembrar que a média de idade de seus usuários é bem menor que a do Facebook, ou seja, grande parte deles, devido às férias escolares, podem ter acessado mais o site no mês anterior, o que provocou uma queda natural no período seguinte.
De qualquer forma, os índices de crescimento apontam para uma tendência. Se eles se mantiverem nos mesmos patamares, o Facebook ultrapassará o Orkut no País ainda em 2011. Entretanto, trata-se de uma aposta arriscada, visto que, entre agosto de 2009 (1,5 milhão de visitantes únicos) e 2010, o crescimento do Facebook foi de quase 500%, bem maior, portanto, que os 249% na comparação entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano. Ou seja, por mais que sua ascensão seja impressionante, ela vem desacelerando.